Será doce e com sabor a chocolate o que se escreve sobre um pequeno hobby banhado pelo sol. E tão ligeiro como um simplesmente outro alguém, uma chávena de chocolate quente e uma porta vermelha.
Este caminho e esta opção são meus. Esta escolha é desinteressada porque os seus dias são sinceros. Aqui nasce, de forma simples e discreta, um passatempo para os dias de céu azul.
Olho em redor e apenas vejo oportunidades extraordinárias, tradições, modernidade e uma síntese perfeita entre as duas. Uma poltrona posicionada junto a uma janela mostra-me tudo isso e, se não houver mais do que uma parede em frente, escolho alterar a localização dessa poltrona e observar o que mais me encanta. Entre o trabalho e os tempos livres, as decisões baseadas na confiança ou na ausência dela, muitas vezes, garantem resultados excepcionais. Prefiro pensar assim.
O refúgio acolhedor, com uma porta vermelha e uma chávena de chocolate quente, fica no fim de um caminho estreito e, mesmo aí, não há nada importante.
Convém definir o que é importante quando se abre o coração ao que desejamos e quando sentimos o que é nosso.